sábado, 26 de junho de 2010

Disintegration: meu primeiro unboxing

Essa prática existe há alguns anos. É minha primeira vez e, claro, estou meio nervoso.
É o Disintegration, CD do The Cure de 1989. Desta vez remasterizado com 2 discos bônus: um de sobras de estúdio e o Entreat. Este último originalmente uma edição limitada de 8 faixas que até saiu no Brasil e obviamente, possuo ainda a minha cópia. Quanto a esta edição somente tenho duas ressalvas: o Entreat ganhou faixas e tornou-se o Disintegratio Live; a outra é sobre o design. Quem projetou este estojo deve sofrer uma morte lenta e dolorosa. Para se ter uma ideia, é preciso quase envergar os CDs para retirá-los daquele miolo transparente.
É meu disco preferido da minha banda favorita. Destaque para o CD de extras e as faixas "Lullaby - Studio Guide Vocal Rough", "Pirate Ships - [Robert Smith Solo] - Rough Mix" e "Fascination Street - RS Home Instrumental Demo". Peço desculpas pela terceira foto, que foi remendada.

[atualizado]

Unboxing é uma prática qua surgiu não sei quando, mas consiste em desembalar um produto, registrar e postar na internet para que todos vejam como é o produto que você comprou, qual é o conteúdo e como são dispostos na embalagem.





quinta-feira, 10 de junho de 2010

Super-heróis na Segunda Guerra Mundial

O verdadeiro combate ao terror...




e Dr. Manhattan ajudou os EstadosUnidos da América a ganharem a guerra

domingo, 17 de janeiro de 2010

… que atirem a terceira pedra

Trilogias. No cinema. A terceira parte sempre é a mais fraca. ainda não vi, pelo menos, uma terceira parte que justificasse ou fosse tão boa quanto qualquer uma das anteriores. Homem-Aranha, Matrix, X-men. Isso pra falar das modernas. Das antigas: Indiana Jones, De Volta para o Futuro, Guerra nas Estrelas. Essa última é um caso à parte: a trilogia antiga sim, o 3° episódio é o mais fraco; dos episódios I, II e III o último é melhor - relativamente falando. Mas de qualquer forma, trata-se de uma 'hexalogia'.
No caso Matrix, a trilogia foi pensada, mas no esquemão 'se o primeiro der certo, faremos os outros 2' de Hollywood. Mais efeitos, mais dinheiro e menos história. Em De Volta para o Futuro nunca houve originalmente idéia de sequência - e isso foi dito várias vezes - e acabou ganhando duas partes filmadas simultaneamente (fato que anteriormente só havia ocorrido em Superman) para sossegar os fãs e, claro, render uma boa grana aos estúdios da Universal.
Alguns como Shrek ganham um quarto filme, embora não fuja à regra. Alguns filmes possuem a segunda parte, por incrível que pareça, melhor que a primeira. Na minha humilde opinião, De Volta para o Futuro e Aliens (sei que este último não é uma trilogia…).
Uma boa notícia que vi esta semana reporta que Homem-Aranha 4 não vai acontecer. Isso é ótimo porque com o terceiro um arco se encerrou. Não hjá necessidade de contar uma nova história; além do mais, Toby McGuire já tem mais de 30 anos e não convence mais como o adolescente que a franquia quer nos empurrar goela abaixo. É previsto um reboot nesta franquia.
Reboots são bons, acho. Mas alguns ainda estão ainda muito recentes na memória: Homem-Aranha, Demolidor, Quarteto Fantástico.
Vamos aguardar novidades e criatividade das cabeças de Hollywood. Afinal, acho o preço do ingresso caro e quero ter 2 horas de diversão.

sábado, 18 de julho de 2009

Porque eu gosto de Smallville

É simples. É o Super-Homem. Ou Superman. Na verdade, não passa de Malhação com seres superpoderosos. Mas eu gosto. Tem os Kent, Pete Ross (ou tinha), Lana Lang, Lex Luthor, Lois Lane - quantos LLs! - e outros caras que quiseramintroduzir neste universo. Oliver Queen (Arqueiro Verde), Canário Negro, Cyborg. Creio que na 3ª ou 4ª temporada puseram um cara que dava pra jurar que era o Buce Wayne. Até o Flash foi introduzido, mas a exemplo do Aquaman foram meio que disfarçados pois esperava-se fazer séries dessed heróis. Foi cogitada uma série do Flash, por isso não utilizaram o nome Barry Allen ou mesmo Flash. Com Aquaman aconteceu o mesmo. Só passaram a utilizar essas marcas no episódio 'Justice', da 6ª temporada.
E é por essas e oturas que gosto de Smallville. O cara é mais rápido que uma bala, mais poderoso que uma locomotiva e é capaz de saltar edifícios com um simples impulso.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

domingo, 23 de novembro de 2008

R.E.M.

Ok, peço desculpas pelo atraso, mas aí vai. Dia 08/11/08 foi muito especial. Encontrei uns amigos que há muito não via, tomamos umas cervejas na padaria próxima ao Via Funchal.
Agora o show. A voz de Mike Stipe soa tão bem ao vivo quanto no CD. Sim, é impressionante. E ele ainda não errou a letra de It's the End of the World. E o disco novo, além de merecer 4 estrelas, funciona otimamente bem ao vivo.
Mas vamos a algumas fotos deste show sensacional.

[atualizado]
Tem também um vídeo em qualidade questionável, mas registrado com Orange Crush e It's the End of the World (as we know it and I feel fine).




segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Eu vi Jesus

Depois de uma maratona - saí de casa às 16:00 para atravessar a cidade (moro na zona norte de SP) e chegar à Villa dos Galpões. Vislumbrei Mallu Magalhães. Uma coisa que eu não conhecia e me arrependi de ter conhecido. Ela tenta imitar um monte de cantoras e não se parece com nenhuma. Mas experiências à parte, ver Jesus & Mary Chain foi uma realização. Desde 1990, quando era jovem demais e sem malícia alguma para concertos internacionais, deixei de vê-los. Mas agora foi diferente. Vi os caras num show bem comportado e até um agradecimento foi ouvido.
Spoon, Bloc Party, Breeders e Kaiser Chiefs foram ótimos. Infelizmente não vi Felix Da Housecat, mas o , restante foi recompensador.
Claro que Jesus era minha meta e foi alcançada. Segue o setlist:
Snakedriver;
Head On;
Far Gone and Out;
Between Planets;
Blues from a Gun;
Teenage Lust;
Sidewalking (minha preferida);
Cracking Up;
All Things Must Pass (trilha de Heroes)
Some Candy Talking;
Happy When it Rains;
Half Way to Crazy;
Kennedy Song (inédita);
Just Like Honey;
Reverence.

[atualizado]
Seguem dois mini vídeos da apresentação. Só tem trechos por causa da distância que eu estava do palco. São 'Happy When it Rains' e 'Just Like Honey'